Telenovelas

Vingança em Amor Amor: Cátia envenena a carne da hamburgaria de Vanessa

15 Maio, 2021

Em Amor Amor, a filha de Lurdes está cada vez mais a perder o controlo de si mesma. Depois de trair a própria irmã, tenta acabar com a amada de Bruno, por quem está obcecada.

Em Amor Amor, Linda acabou de entrar em casa, está a pôr a mala em cima do sofá, quando a campainha toca. Vai à porta e abre-a. Do lado de fora está Adelaide. Esta pede-lhe para falar e as duas entram na sala. “É a tua irmã. Há algum tempo que a noto muito deprimida, em baixo.” Linda revela que esteve com ela e Cátia queixou-se de cansaço, pois anda com muito trabalho.

“Já por mais de uma vez acordei a meio da noite e ouço choro a vir do quarto dela”, reforça a mãe de Luís. A cantora diz que vai falar com ela. “Acredito… Mas é que ainda não acabou. Depois de ter falado com ela, eu fiz uma coisa, eu sei que não devia ter feito isto, é completamente contra os meus princípios, mas se não estivesse mesmo preocupada não o teria feito. Fui ao quarto dela e…” Adelaide tira nesse momento umas roupas do saco, que entrega a Linda. “Roupa de homem? Espere, eu conheço esta camisa, é do Bruno… Ele deve ter-lhe pedido para fazer um arranjo”, afirma esta.

Contudo, a tia de Jéssica tira do saco as fotografias que Cátia roubou em casa da irmã. Linda pega nas fotografias. Uma é de Bruno. A outra é uma foto dos três, em que o bombeiro estava abraçado à ex-cunhada. A parte em que Linda aparecia foi rasgada e ela observa a foto rasgada, completamente chocada.

Mais tarde, ela liga a Bruno e este vai a sua casa. A amada de Romeu conta-lhe o que se passou. “Isto é assustador, eu avisei a Vanessa e agora isto… Eu e a Vanessa estamos juntos, a Cátia não sai de perto dela, agora isto…”, diz o pai de Lucas. “É a prova de que a panca, de que a obsessão que ela tinha por ti, não lhe passou. Pelo contrário, parece que ainda está pior”, avisa a ex-mulher. Nesse momento, o telemóvel do bombeiro toca e depois de atender ele sai com ar preocupado e de passo apressado.

“Vales zero para ela”

Horas depois, a campainha toca ininterruptamente. Linda vai abrir a porta. É Ângela, que entra furiosa: “A maluca da tua irmã está aí contigo?”, pergunta, para depois reforçar: “A tarada da tua irmã foi lá a casa e destruiu várias peças de roupa da Vanessa, envenenou a carne na hamburgueria dela! Onde é que a Cátia está?” Linda encaminha-se para a porta, mas a mulher de Anselmo não se mexe.

“Ela já não vive aqui e queres saber? Para porco, porco e meio! O que fizeste ao Romeu não tem perdão! Agora desaparece daqui antes que te corra a pontapé!”, ameaça. “Estás a defender a louca que te traiu!”, atira a ex-amante de Cajó. Linda hesita, enquanto Ângela prossegue: “Foi a tua irmã que me entregou a letra que escreveste ao Romeu! Em troca de um trabalho com a Rubi. Foi ela que fingiu um assalto aqui em casa. Por isso, se vamos mesmo falar em traições, tu foste traída dentro da tua própria casa! A Cátia traiu-te por trocos! Foi tão, mas tão fácil. Vales zero para ela! A tua própria irmã odeia-te!” A cantora fica em choque. “Desaparece da minha vista!”, ordena ela à vilã.

Ângela sai, com toda a tranquilidade, e Linda atira com a porta. Tem a respiração acelerada, é como se tudo tivesse parado à sua volta.

Mais tarde, Cátia entra em casa depois da irmã lhe ligar. “É bom que seja mesmo importante, porque se é para…” Linda corta-lhe a palavra. “Foste tu que roubaste a letra da música lá de casa e fingiste um assalto? Só para a entregares nas mãos da Ângela?”, questiona, nervosa.

“Não me abandones tu também”

Cátia sente-se perder as forças e finge estranheza. “E ainda não esqueceste o Bruno, pois não? Foste à roupa dele, entraste em casa da Vanessa e rasgaste-lhe roupas também?! Fala! Foi ciúmes?! Envenenaste toda a gente na hamburgueria? Não sei se saio daqui contigo para um hospital de doidos ou para a Guarda!”, grita-lhe a cantora. A irmã começa a chorar. “Eu voltei a confiar em ti, mas não devia, pois não?! Traíste-me! Odeias-me! Odeias toda a gente que fique perto do Bruno! Porquê?!” questiona Linda.

A jovem continua a chorar, agora convulsivamente. “Eu nunca fui ninguém e ela prometeu-me um trabalho, pensei que podia ser independente, feliz… Não sei, fiquei cega, e depois o Bruno não me quis, mas quis aquela mulher, o que é que ela tem que eu não tenho? Nunca ninguém vai olhar para mim, Linda! Eu sou invisível! Vivi a vida inteira na vossa sombra!”, tenta ela justificar-se. Linda começa a olhá-la, compadecida. “Oh, Cátia…” Esta continua a lamentar-se. “Ele casou contigo, apesar de não gostares dele nem um terço do que eu gosto. Porque tu és a Linda, és a mulher perfeita, bem-sucedida. E eu sou aquilo que se usa quando não há nada melhor por perto.”

A irmã aproxima-se dela: “Cátia, eu nunca te vi dessa maneira. Estou a tentar compreender e não te julgar, mas é difícil. Desta vez podias ter feito mal a muita gente, gente inocente. E se a Vanessa quiser, pode entregar-te à Guarda. Tens de procurar ajuda.” A jovem agarra nas mãos de Linda, tenta implorar por perdão, chora e não larga a irmã. “Desculpa, eu perdi a cabeça, mas não me abandones tu também, por favor, mana…”, suplica-lhe.

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Texto: Mário Rui Santos

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